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	<title>Agnes Gomes</title>
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	<description>Poeta da Lua</description>
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		<title>No seu Limite mora a sua Liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agneesgomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2017 11:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum, na nossa convivência diária, ficarmos expostos à situações que muitas vezes colocam em risco nossa<strong> estabilidade física e emocional</strong>. Nos deparamos com pessoas das mais diversas personalidades e assim fica meio difícil estabelecer limites para cada tipo de relação.</p>
<p>Pensando nisso, tive a alegria de encontrar alguns parâmetros que estão ajudando na minha caminhada. Caso auxilie você que está me lendo, ficarei extremamente honrada e contente por isso.</p>
<h3>Liberdade e Limite</h3>
<p>Ouvimos falar em liberdade e limite como se ambos fossem tão distintos que não pudessem estar de braços dados. O outro chega até nós e fala o que quer, age como quer&#8230; e nós, passivos ou não, reagimos. Mas a minha pergunta é:</p>
<blockquote><p>por que o outro chegou até aí? Por que ele pôde dar esse passo em sua direção? Por que tomou sua liberdade ao ponto de te atingir dessa forma?</p></blockquote>
<p>Se você não sabe responder a essas perguntas, é porque você ainda não estabeleceu os seus <em>próprios limites</em>. Ou seja, você mesmo não sabe até onde o outro pode ir, porque não determinou para si mesmo o limite que o outro pode chegar.</p>
<p>É claro, que algumas situações e relações fogem do nosso controle (nada de generalizações, por favor), mas aqui estou falando sobre os momentos em que podemos dar um jeito se soubermos <strong>quem somos e o que queremos</strong>.</p>
<h3>Dicas para se conhecer</h3>
<ol>
<li><strong>Busque conhecimento:</strong> se estude, se toque, se olhe&#8230; não tenha medo. Como queremos que o outro nos conheça se nós mesmos não sabemos quem somos?</li>
<li><strong>Estabeleça os limites do que o outro pode e não pode:</strong> dessa forma fica mais difícil o outro nos manipular e ficarmos sujeitos a situações que nos expõem e que não fazem parte do que queremos.</li>
<li><strong>Não carregue as dores do mundo:</strong> tem vezes que acreditamos poder ajudar todo mundo, mas não podemos deixar que tudo ao nosso redor nos sobrecarregue. Cada um tem o seu fardo para carregar. A gente pode dar uma ajuda na caminhada, mas carregar o fardo do outro? Jamais!</li>
<li><strong>A sua felicidade só depende de você:</strong> não vou falar de dinheiro, de oportunidade, de amores&#8230; eu acredito naquela faísca que tá dentro da gente, sabe? Que simplesmente fica acesa quando o resto tá apagado. Essa é a felicidade &#8211; pelo menos pra mim. Não tem a ver com alegria. É aquele sentimento de gratidão por estar vivo, por poder estar escrevendo esse artigo e por ter consciência de quem sou e onde posso chegar.</li>
<li><strong>Assuma a sua liberdade e os outros a enxergarão:</strong> quando assumimos quem somos e a liberdade que temos, para o outro só restará respeitar e saber o seu lugar. Ou seja, ele saberá exatamente onde está pisando. Sabe aquela frase <em>seja protagonista da sua própria história</em>? Ela se encaixa aqui. Seja você.</li>
</ol>
<p>Por fim, quero desejar à você que chegou até o fim desse artigo a autonomia dos seus passos, das suas escolhas e dos seus atos. <strong>Não desista de você</strong>. Deixo aqui uma frase de Pedro Gabriel (Eu Me Chamo Antônio) e uma música para a reflexão.</p>
<blockquote><p>&#8220;Um dia nossa liberdade será tamanha que abriremos nossas asas sem ferir ninguém.&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/J5nE1510oYo?si=KA-Mf4tEAn4i5hJu" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>A Grande Avenida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agneesgomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2017 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Um carteiro de calças coloridas. Um senhor que toma café e espera amanhecer. No trampolim das causas perdidas, varrem o ontem das calçadas da vida. A mulher que segura na&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Um carteiro de calças coloridas. Um senhor que toma café e espera amanhecer. No trampolim das causas perdidas, varrem o ontem das calçadas da vida. A mulher que segura na mão da menina pede ao acaso o que um dia deixou de ter. O cachorro fareja, procura comida, mas o que encontra é a fome dobrando a esquina da grandiosa avenida.</p>
<p>Amanheceu, amanhã será o dia em que seremos fartos! Não queremos ver o sol revelar que os velhos andam inclinados e o nosso querer não quer acabar, mas a flor não nega o prazo&#8230;&#8221;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-RBfktjU0a0?si=SU5J-mX37I1hqiVP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Hoje finalizo minha semana de trabalho com a convicção de que estamos todos numa grande avenida. De diversas formas: caminhando, correndo contra o tempo, tocando na vida de outras pessoas sem sequer nos darmos conta disso.</p>
<p>Você já parou pra pensar em quantas vidas nós esbarramos ao longo da nossa jornada? Agora, pense quantas dessas vidas você realmente parou para observar e entregar um pouco do seu tempo e da sua atenção.</p>
<p>O artista que está no vídeo acima é de Londrina/PR. Essa composição me faz refletir bastante sobre isso e quis compartilhá-la com vocês. O bom da música é que ela abre um leque para várias interpretações e sentimentos. E, no meu caso, fico com o sentimento de que precisamos nos atentar mais às pessoas. Sejam as que estão próximas de nós ou aquelas que nem conhecemos tanto. Isso muda o nosso dia-a-dia. E isso faz toda a diferença.</p>
<p>&#8220;Seja você a diferença que quer ver no mundo.&#8221;</p>
<p>Nessa grande avenida chamada vida, não podemos atravessá-la sem olhar no olho do outro, sem tocá-lo verdadeiramente, sem estar de corpo e alma presentes. Que possamos ser mais. Apenas ser. E só.</p>
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